16 Jun

Meo + Vuvuzelas? Does not compute

Já aqui tinha falado várias vezes das Vuvuzelas. E já tinha dito que o Mundial iria ser sem som. E tem sido, na medida do possível.

No entanto, nunca fiquei tão satisfeito por ser cliente MEO até hoje.

Segundo o Celso Martinho, CTO da SAPO, já é possível aos clientes MEO filtrar o som das Vuvuzelas? Ele explica como no Blog dele. Anúncio oficial em tv.sapo.pt

Amanhã já devo ver os jogos mais descansado. Hip Hip…MEO!


14 Jun

Ainda as vuvuzelas

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Retirado do Henricartoon


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eXcept

13 Jun

Mais uma greve na CP…

Para quem não está informado (soube apenas há pouco quando abri a página do JN Online, isto para quem viaja diariamente na CP não me parece muito sério), haverá mais uma greve na CP na próxima terça-feira, entre as 05h00 e as 16h00.

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Já o disse algures mas repito aqui. Esta situação quem pretende beneficiar? Ora vamos a dissecar um pouco isto:

  • A CP é uma empresa pública que ocupa a totalidade do espaço ferroviário português, alocado à REFER.
  • Nesse sentido, não há uma concorrência ferroviária que possa servir de alternativa a este serviço de transporte público.
  • As “alternativas rodoviárias” são demasiado escassas e caras para que se possam caracterizar como verdadeiras alternativas.
  • A maior parte das receitas da CP provêm de passes mensais, e não de bilhetes esporádicos.

Assim sendo, quem é que vai beneficiar com mais esta greve? O maquinista? A CP? O utente?

O maquinista vai ficar em casa, sem receber.

A CP vai receber o dinheiro do passe que já foi previamente pago, vai poupar em custos operacionais dado que não vai ter comboios a circular, vai poupar em salários que não paga aos seus trabalhadores.

O utente vai sair de casa ainda mais cedo, gastar dinheiro em outros transportes, ou então em gasolina + portagens + estacionamento para poder chegar ao seu local de trabalho. Isto quando, obviamente, já pagou o passe da CP.

Já vamos na quarta greve da CP (Maquinistas ou Revisores) este ano. Pelos vistos não será a última. Assumindo desde já todo o direito à greve que o trabalhador tenha, acho que esse direito só deve ser utilizado quando efectivamente conseguir marcar uma posição e causar efectivo prejuízo à entidade patronal, provando assim que as suas reinvindicações são legítimas, o que não é manifestamente o caso. Aqui quem se lixa será mais uma vez o mexilhão, ou seja, o zé povinho que tem de ir trabalhar diariamente, conformar-se com mais esta greve, e no dia seguinte volta à CP porque não tem outras alternativas.

Senhores maquinistas, senhores revisores….Sejamos sérios, OK?


10 Jun

Escolas públicas sem sites há uma semana devido a mudança para nova rede informática

Retirado do Público Online:

Os sites e endereços de correio electrónico de milhares de escolas públicas que se encontravam alojados nos servidores das Fundação para a Computação Científica Nacional estiveram inacessíveis durante pelo menos oito dias devido à migração destas páginas para uma nova plataforma de rede fornecida pela Portugal Telecom.

O Ministério da Educação (ME) fez saber hoje que o e-mail dos estabelecimentos de ensino já estava a funcionar, mas os sites das escolas permaneciam inacessíveis.

De acordo com o ME, a mudança na infra-estrutura, que envolve todas as escolas públicas do básico ao secundário, deve-se “ao aumento exponencial nos acessos” à rede e não tem ainda um prazo para estar concluída. Segundo a tutela, os estabelecimentos de ensino foram todos avisados através das Direcções Regionais de Educação.

Há, porém, escolas que foram apanhadas de surpresa. Pedro Araújo, presidente da direcção da associação nacional de dirigentes escolares, e que é também presidente do conselho executivo da Escola Secundária de Felgueiras, diz não ter havido qualquer justificação para a interrupção no serviço. “Há cerca de uma semana quando o site e o e-mail ficaram indisponíveis não sabíamos sequer se o Ministério tinha conhecimento da situação ou se era apenas um problema de gestão da rede”, afirma.

Os endereços de correio electrónico institucionais funcionam como um canal privilegiado de comunicação entre os serviços do ministério e as escolas, por onde são emitidas convocatórias, circulares e outro tipo informação. A interrupção nas ligações obrigou, por isso, a que se recorressem a formas alternativas de comunicação com as escolas. “Recebemos alguma informação por correio normal, mas como não conseguimos ter acesso ao e-mail desconhecemos se houve alguma perda de informação”, refere Pedro Araújo.

Desde 1993 que a Fundação para a Computação Científica Nacional (FCCN) era responsável pela rede de Internet que unia as escolas públicas e que, em 2005, cobriu cerca de 8300 estabelecimentos de ensino com acesso internet de banda larga. Grande parte dos sites das escolas estavam associados à Rede Ciência Tecnologia e Sociedade (RCTS), que é gerida pela FCNN e que alberga os sites de outras instituições de investigação científica e educação.

Os dados estão a ser agora transferidos para uma plataforma alojada na PT e, de acordo com o ME, os serviços de manutenção da rede vão passar a ser prestados pela empresa Sysvalue.

Além dos sites e dos endereços electrónicos serão também transferidos para um novo alojamento de rede as plataformas de ensino e aprendizagem em linha (conhecidas como plataformas Moodle), que as escolas começaram a criar a partir de 2007 e que permitem criar espaços de apoio a disciplinas, projectos e outras actividades através da rede. Em relação aos dados que estavam alojados nestas páginas, o ME diz que não houve qualquer perda de informação e que esta voltará a ser disponibilizada em breve.

Só posso dizer que, se fizesse uma migração destas neste nível, no meu trabalho, com este delay, estava neste momento à porta do Centro de Emprego…

Hoje em dia o email é uma ferramenta fundamental, e a Web já começa a ser veículo de informação de exames e matérias de estudo, fazendo (finalmente) do e-learning uma realidade. É inadmissível e inaceitável que haja esta displicência com este bem de primeira necessidade nas escolas.

Sic transit gloria portugali